sexta-feira, março 30, 2007
Não há Paciência para certos presidentes
A equipa do Liz está em oitavo, com 30 pontos, a quatro da "europa", a fazer um campeonato acima do esperado e, portanto, nada fazia prever este desfecho.
A gota que fez transbordar o copo do "mister" foi a reacção de Rosatto que, para além de ter atirado com as botas, abandonou o treino dizendo que tinha sido contratado para ser titular.
Estranhamente, a direcção aceitou a saída do técnico, apesar do que se passou. Das duas uma: ou tem mesmo contratos para jogadores titulares ou aceita que sejam os atletas a fazer as equipas, mesmo que provoquem distúrbios.
Qualquer das duas opções é triste e muito negativa para um grupo de trabalho.
O presidente João Bartolomeu vai ter muito que explicar.
Sérv(e)ia, mas podia ser melhor
Apesar de ter sofrido bastante, durante 15/20 minutos, na primeira parte, a equipa das “quinas” podia e devia ter ganho a partida.
O segundo tempo foi todo nosso, sem discussão, mas mesmo na primeira parte, depois do sufoco, Portugal controlou.
Tiago e Petit estiveram fantásticos, Ricardo Carvalho e Jorge Andrade muito bem, Ricardo sem culpa no golo...
Infelizmente, talvez pela lesão, não tivemos um grande Cristiano Ronaldo e João Moutinho não esteve tão bem como contra a Bélgica. Os laterais não estiveram fantásticos, mas não erraram muito, enquanto Simão e Nuno Gomes trabalharam, mas...
O pior em campo acabou por ser o árbitro francês que, mais uma vez, voltou a prejudicar uma equipa portuguesa. Destaque para o penalty sobre Simão, que poderia dar o 2-0.
Portugal desperdiçou uma mão cheia de grandes oportunidades de golo e perdeu a chance de recuperar da derrota frente à Polónia.
O caminho é longo e a próxima partida, na Bélgica, vai ser muito dificil, especialmente por aquilo que se passou na última semana.
quinta-feira, março 29, 2007
“Estórias” de bola
Época 2000/01, jornada 22, estádio da Luz, partida entre Benfica e Boavista, 2º e 1º classificados, dois pontos de distância.
No comando técnico da equipa “encarnada” estava Toni, já depois de Jupp Heynckes e do estreante José Mourinho.
O Benfica tinha começado muito mal o campeonato e chegou a estar a 10 pontos da liderança. Com Mourinho ganhou uma equipa (onde se destacavam Maniche, Fernando Meira, João Tomás, Miguel, Poborsky e Van Hooijdonk) e com Toni recuperou até ao jogo decisivo.
Tal como agora, em caso de vitória, o Benfica assumia o comando.
O jogo não foi grande coisa, os donos da casa pressionaram e a cerca de 10 minutos do fim, o momento decisivo: jogada de Carlitos pela direita, remate de Van Hooijdonk ao poste.
No final, 0-0 e oportunidade desperdiçada.
A partir dai, o descalabro total até ao fim da prova: 12 jogos, 6 derrotas, 4 empates, 2 vitórias, sexto lugar final. Campeão? O Boavista de Jaime Pacheco.
Agora, a 1 de Abril de 2007, o Benfica recebe o líder FC Porto com um ponto de atraso. Vamos ver o que acontece...
sexta-feira, março 23, 2007
Quinas?
Depois do empate na Finlândia e da derrota frente à Polónia, o ideal seria, obviamente, conquistar os seis pontos, mas é obrigatório, pelo menos, ganhar aos belgas amanhã e empatar na quarta-feira.
O ambiente de pressão criado pelos belgas nos últimos dias pode até tornar-se positivo para a equipa das "quinas" já que vai tornar a selecção nacional mais unida e concentrada.
Noutro plano, no entanto, era bom que a UEFA actuasse e castigasse, pelo menos, o guarda-redes belga.
Se, por acaso, acontecer algum problema grave a Cristiano Ronaldo ou outro jogador português, a situação pode ficar muito complicada para os belgas.
Dentro de campo
Sem Deco e sem Simão, parece que Luiz Felipe Scolari vai escolher Hugo Viana e Quaresma para o "11", isto para além de Hugo Almeida no lugar dos desinspirados Nuno Gomes e Hélder Postiga.
Destas três alterações confesso que tenho dúvidas quanto à titularidade do jogador do Valência. Eu preferiria que jogasse João Moutinho no meio-campo, mas enfim.
Depois, há a habitual questão da lateral-esquerda, a grande lacuna desta equipa. Dois nomes, nenhum deles de raiz: Caneira e Paulo Ferreira: venha Scolari e escolha.
Se as coisas correrem mal, lá vamos ter que voltar à máquina de calcular e fazer contas ao apuramento.
segunda-feira, março 19, 2007
Pressão
O Benfica estava à espreita e terá gostado do resultado do "Dragão", mas agora vai ter que mostrar que tem estofo para aguentar a pressão. Se os "encarnados" vencerem hoje e, na próxima semana o FC Porto, passam para a frente da Liga.
A propósito da pressão duas notas: Simão joga na Reboleira com quatro cartões, David Luiz devem jogar mas não estarão a 100%.
Vamos ver o que acontece...
SORTEio
Havia, claramente, três equipas que convinha evitar, pelo menos para já (Werder Bremen, Tottenham e, claro, Sevilha) e isso foi conseguido.
Convém, no entanto, não entrar em euforias até porque vale a pena lembrar que a equipa de Barcelona ainda não perdeu na Europa.
Por outro lado, as conhecidas limitações do plantel de Fernando Santos podem complicar a tarefa se não estiverem todas as "cartas na mesa".
No entanto, continua tudo em aberto e Podemos Sonhar com Glasgow...
quinta-feira, março 15, 2007
Salvou-se a eliminatória
Os "encarnados" não estiveram bem, aliás, estiveram muito mal na segunda parte e só se safaram os minutos "entalados" entre os dois primeiros golos. Os comandados de Fernando Santos podiam e deviam ter resolvido melhor a eliminatória.
Mais uma vez, ficou provado que a equipa é curta e está dependente de dois ou três jogadores comandados por Simão.
No entanto, desta vez, o susto começou logo no aquecimento quando se percebeu que era Moretto a escolha de Fernando Santos.
Já aqui o escrevi: considero que, na teoria, Moretto tem todas as condições físicas para ser um grande guarda-redes, mas, essencialmente, parece-me que lhe falta força mental para aguentar a pressão e capacidade de concentração para actuar, mesmo estando pouco em jogo.
O "31" teve culpa no golo sofrido e ainda tremeu mais uma mão cheia de vezes (inacreditável aquela saída a punhos que quase dava auto-golo), mas isso não justifica a atitude absolutamente inconcebível dos sócios que gritaram o nome de Moreira.
Quanto ao resto, nota-se que há jogadores que continuam a ter "paragens cerebrais" (Anderson, Nélson...), que David Luiz precisa de tranquilidade para crescer (mas tem potencial) e que se notou muito a saída de Karagounis que, juntamente com as ausências forçadas de Nuno Assis e Rui Costa deixa o meio-campo sem alternativas.
Dos franceses destaque especial para Rothen, mas também Gallardo e Diané.
Amanhã de manhã é o sorteio. Ao Benfica convinha fugir aos alemães, ao Tottenham e ao Sevilha. Vamos ver se Podemos Seguir até Glasgow...
sexta-feira, março 09, 2007
15 minutos fatais...
Aqueles 15 minutos de desconcentração ou de desconfiança após a lesão de Luisão, juntamente com o travão "controleiro", que começou aos poucos a seguir ao golo de Simão, deitaram borda fora a vantagem e o domínio da eliminatória.
É certo que, com as lacunas do plantel, a lesão do "girafa" e a indisposição de Katso eram baixas insuperáveis, até porque Fernando Santos parecia não confiar em David Luiz.
Eu não culpo o miúdo por aquele quarto de hora aterrador, aliás, para mim é claro: o erro foi do técnico que não apostou no jogador frente ao Aves.
Não é, no entanto, admissível que a equipa se tenha desunido e desorientado só porque Luisão se lesionou.
Para além deste caso específico, este jogo e as ausências conhecidas, vêm reforçar que o plantel dos "encarnados" é (muito) curto: é óbvio que faltam (dois) defesas e (dois) médios.
Apesar desta ser a "menos má das derrotas", é um resultado perigoso porque vai obrigar o Benfica a atacar na Luz e deixar ao PSG o contra-ataque, a sua arma mais forte.
No entanto, ainda há hipóteses, convinha que alguns dos ausentes pudessem jogar a segunda mão.
segunda-feira, março 05, 2007
Outras bolas (6)
Naide Gomes voltou a estar em destaque e conquistou a medalha de ouro nos Europeus de Pista Coberta no salto em comprimento.
A renovação do ouro nesta competição é tão mais importante quanto a atleta do Sporting deu 20 centímetros de avanço à segunda classificada, bateu o recorde nacional e fez a melhor marca mundial do ano com 6.89 metros.
Até pareceu fácil, tal a superioridade da atleta lusa. Vamos continuar a esperar mais alegrias.
De recordar que esta rubrica já tinha destacado (merecidamente) Ticha Penicheiro, Tiago Monteiro, Vanessa Fernandes, Telma Monteiro e Francis Obikwelu.
PS: Junto a minha indignação a outros que se queixam do pouco destaque dado a esta medalha pelos jornais desportivos.
quinta-feira, março 01, 2007
Bento
A surpresa e consternação da sua morte foram grandes porque ainda ontem tinha estado na festa de aniversário do Benfica.
Bento foi grande, não só ao serviço dos "encarnados", mas também da selecção. Lembro-me de jogos extraordinários que deram vitórias únicas.
A concorrência de Damas, outro enorme guarda-redes, ajudou a criar o mito...
O "pincel" passou muitos anos na Luz como jogador, capitã0 e como técnico adjunto dos séniores e das camadas jovens.
Foi e será sempre uma referência do Benfica.
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
“Pela boca morre o peixe”
- No FC Porto, o treinador Jesualdo Ferreira disse que os “dragões” tinham “os melhores jogadores de Portugal”.
Percebe-se a intenção do técnico: motivar os seus atletas e mostrar que confia neles para sair de uma fase menos positiva.
Até aqui tudo bem, a questão é que, colocando a fasquia tão alta, o professor está a jogar tudo: se a “coisa” correr bem, é normal (afinal, eles têm o melhor plantel); se a “coisa” correr mal, a culpa é de Jesualdo que não soube “aguentar o barco”.
- No Sporting, o presidente Filipe Soares Franco falou aos jornalistas, depois do empate em casa diante do “lanterna vermelha”, para dizer que os sócios têm que acarinhar os jovens e “não podem querer tudo”.
Ora, na parte do “carinho” estamos todos de acordo: os adeptos devem apoiar a sua equipa sempre, especialmente quando as coisas estão a correr mal, sejam os jogadores novos ou velhos.
O que não se percebe é a parte do “não podem querer tudo”. Que eu saiba sempre foi assumido que os “leões” eram candidatos a vencer todas as provas. Aliás, o próprio Soares Franco chegou a dizer: “Porque não ganhar a Liga dos Campeões” (frase extraordinária conhecendo o plantel e especialmente sabendo qual o grupo em que a equipa estava inserida.
Se já não acham que a equipa pode ganhar tudo, então, das duas uma: ou enganaram-se na análise ao plantel no início de época e, então, devem pedir desculpa ou, por outro lado, sabiam das fraquezas da equipa e enganaram os sócios, tentando vender “gato por lebre”.
- No Benfica, o sempre reservado e humilde Fernando Santos disse que a equipa ia ganhar o próximo jogo e acrescentou: “Somos imbatíveis em casa”.
Eu sou daqueles que já por várias vezes criticou o treinador “encarnado”, não concordou com algumas das suas ideias e exaspera com as suas alterações no banco.
No entanto, parece-me claro que este tipo de declarações antes de um jogo não são benéficas para o Benfica (já que criam pressão nos jogadores) e, ao mesmo tempo, ajudam a motivar (ainda mais) os adversários.
É que, caso não saiba o engenheiro Fernando Santos, não há equipas imbatíveis, muito menos este Benfica com jogadores como Beto, Marco Ferreira, Karyaka ou Mantorras, por exemplo.
Vamos ver o que acontece nas próximas semanas. Se continuar a haver declarações estúpidas, vamos ter que “abrir” mais uma rubrica aqui no "Doente da Bola".
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Encarnados
A equipa da Luz manteve a tradição e ganhou na Roménia, mas ainda sofreu, sem necessidade, durante 15/20 minutos na primeira parte.
Os "encarnados" podiam e deviam ter "matado" o jogo mais cedo, mas os já habituais falhanços atacantes e alguma confusão táctica (a lentidão de Karagounis, a menos boa condição física de Katsouranis e a não completa adaptação de Simão a "10") não ajudam.
O Braga contou com um Parma fraquinho e com a "chicotada" do novo treinador para uma histórica vitória em Itália.
Destaque entre os arsenalistas para a grande exibição de Rodriguez que já me tinha impressionado no jogo da primeira mão.
Pois é, e, para já, Portugal está em 5º sendo que o objectivo é pelo menos ficar em 6º. Os romenos "já foram" e isso é positivo.
Agora é PSG - Benfica e Braga - Tottenham.
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Dinamo
Os “encarnados” têm vantagem, porque venceram no primeiro jogo por 1-0, com golo de Miccoli, mas não vão poder adormecer à “sombra da bananeira”.
A equipa da Luz vai ter que saber jogar fora como joga em casa, pegar no jogo sem ter medo de atacar, apesar de ter que, ao mesmo tempo, controlar os ritmos da partida.
Como se diz agora, o Benfica faz bem as “transições ofensivas” que é o mesmo que dizer: joga bem em contra-ataque. O resultado da eliminatória pode propiciar isso, mas convém que a defesa se comporte à altura dos grandes jogos.
Apesar da lesão de Rui Costa, o técnico Fernando Santos já disse que a equipa não vai mudar de estratégia, o que quererá dizer que o “4-4-2 losango” é para manter.
Dado que o plantel é curto e já não há Nuno Assis, será Simão a jogar a “10” com Miccoli e Nuno Gomes na frente.
Sendo o jogo fora, penso que a melhor solução seria Derlei jogar ao lado do “bombardeiro” mas, a defesa feita pelo treinador, “obriga” a que Nuno Gomes jogue.
Era importante para o país e para o próprio clube que o Benfica seguisse em frente.
Ainda por cima, esta época, ganhar a UEFA dá quatro milhões de euros.
No caso do Benfica passar, o adversário é o PSG. Pela primeira vez em muito tempo, os franceses têm um (verdadeiro) treinador: Paul Le Guen.
“Plano B”
Vindo de resultados negativos, Jesualdo Ferreira aproveitou a partida, em casa, frente à Naval para estrear o “4-4-2 losango”.
Marek Cech jogou no meio-campo, no vértice esquerdo, e Bruno Moraes esteve nas costas dos dois avançados (Postiga e Lisandro).
Neste jogo a “coisa” correu bem, até porque a oposição não foi grande, e pode ser uma alternativa para quanto não houver Quaresma. Parece dar mais poder de jogo ao ataque dos “dragões”.
Fundamental, como em qualquer outro “4-4-2 losango”, é a actuação dos laterais que têm que ser bem ofensivos e se há coisa que Bosingwa e Fucile gostam de fazer é atacar (é verdade que nem sempre bem, especialmente no caso do português).
Já no Sporting, Paulo Bento mostrou nos últimos minutos frente ao Nacional – e já repetiu – um “3-5-2” alternativo ao “4-4-2 losango”.
O objectivo é, uma vez mais, reforçar o ataque e tentar “virar o jogo”. Nos primeiros exames, o “plano B” resultou e os “leôes” marcaram muitos golos.
Falta perceber se o técnico vai continuar a apostar na nova fórmula só quando troveja ou se vai preferir ir dando mais minutos ao “3-5-2”.
Os primeiros exemplos foram positivos, mas são dois casos a rever no futuro.
Por outro lado, não deixa de ser curioso que os três grandes tenham jogado esta jornada com a mesma táctica. Está mesmo na moda o "losango".
terça-feira, fevereiro 20, 2007
P(b)raga
A anormalidade entre os arsenalistas começou ainda na época passada com a SAD bracarense a não renovar contrato com Jesualdo Ferreira, depois de três épocas de bom nível. A situação nunca foi bem explicada.
Já esta temporada, o plantel foi desenhado por Carlos Carvalhal, um homem da terra, que tem “boa imprensa”, apesar de algum excesso de confiança.
Não sendo deslumbrante, a equipa estava a cumprir os objectivos (fez uma primeira fase na UEFA), mas Carvalhal não terá aguentado a pressão dos adeptos e saiu “por razões pessoais” (chegou a falar-se de ameaças).
Saído Carvalhal, entrou Rogério Gonçalves, que vinha fazendo um grande trabalho na Naval, e a equipa não pareceu ressentir-se em nenhuma das competições.
A última derrota em casa, diante da União de Leiria, não pode explicar tudo. Não é – não pode ser – por um resultado que se desmorona tudo o que se fez de bom até então.
É que é bom não esquecer: o Sporting de Braga é a única equipa portuguesa que está ainda nas três competições: está em quarto na Liga, continua na Taça e discute com o Parma um lugar na próxima eliminatória da UEFA.
Dificilmente se poderia pedir mais e parece-me que António Salvador se precipitou. O presidente do Braga terá que ter mais calma, perceber que o lugar que a sua equipa ocupa é bastante honroso e que não pode ter “mais olhos que barriga” antes do tempo.
Depois, há ainda a questão Jorge Costa. O antigo internacional português só tem o primeiro nível de treinador.
É certo que o canudo, por si só, não prova nada e cada clube deverá ter a liberdade para escolher quem quiser, assumindo as consequências (positivas ou negativas) dessas escolhas.
O certo é que, independentemente da reacção sempre veemente do inanarrável presidente da associação de treinadores (que nunca passou do Campomaiorense), há regras e contratos assinados na Liga Profissional de Futebol que regulamentam a questão dos técnicos.
Claro que, bem à portuguesa, tudo se vai arranjar e Jorge Costa vai continuar a aparecer como adjunto na ficha de jogo, aliás como, por exemplo, o Sporting faz com Paulo Bento, porque alguém, seguramente, terá o tal nível 4.
"Fora de jogo"
Lamentável, este "chutar para canto", este decidir não decidir, sobre os jogos de castigo do extremo "azul e branco".
É ainda mais inacreditável quando se sabe que até se andou a acelerar os processos para ter tudo despachado nessa reunião de sexta-feira.
Depois, chegados lá, decidiram não decidir... o que é, para além de estranho, perigoso.
Desta vez foi o FC Porto, para a próxima pode ser outro clube qualquer e o certo é que este novo Conselho de Justiça começa mal, muito mal.
sábado, fevereiro 17, 2007
2 anos
Continuo "doente da bola" e sem sinais de melhoras.
Obrigado aos que vão passando por aqui, espero que voltem.
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Será que há três sem quatro?
O Benfica volta a reclamar inocência e repete os ataques ao CNAD, dizendo que o director Luís Horta está a perseguir os "encarnados".
Não sei tem razão, o certo é que os casos sucedem-se e isso não é nada bom, nem para os atletas nem para o clube.
Actualização: Depois deste post, surgem no Record novos dados sobre o caso de António Tavares e, parece, que há dúvidas.
Para ler aqui
terça-feira, fevereiro 13, 2007
Fora da Taça
De recordar que, contra o Varzim, não estavam em campo: Petit, Karagounis, Nuno Assis, Derlei e Miccoli.
A este quinteto de ausências, deve ainda juntar-se um conjunto de jogadores com dificuldades.
- O caso mais evidente é o de Nuno Gomes, fora de forma.
- Katsouranis, em dificuldades físicas há meses
- Nélson que continua a ter problemas nas acções defensivas
- Anderson, que está a retomar o ritmo de jogo depois de meses no banco.
Face a este quadro, o ideal seria que os habituais suplentes estivessem à altura dos titulares ou, melhor dizendo, do clube que representam. Isso não é o que acontece na maior parte dos casos.
- Mantorras tem o problema que se conhece e nunca poderá ser a primeira opção (aliás, como já escrevi, acho que, infelizmente, o internacional angolano não tem condições para jogar no Benfica)
- Beto foi um claro erro de casting e não tem as mínimas condições para substituir Petit
- João Coimbra parece ser um miúdo com algum potencial, mas parece ainda longe de poder ser opção válida
- Karyaka já mostrou que pode ser útil, a questão é que parece que não quer, não está para se chatear
- Marco Ferreira é outro caso inexplicável
- De David Luiz e Pedro Correia não se pode dizer nada
Resumindo a equipa entrou amputada de jogadores fundamentais e quem entrou de novo não conseguiu minimizar as perdas. Por outro lado, também jogou a parte psicológica: "Vamos com calma, eles são da Honra, nós vamos ganhar". Ora, isso, normalmente, não resulta.
Juntando a tudo isto o facto do Varzim estar altamente moralizado por defrontar o Benfica e estrear um novo técnico, aqui estão as causas da derrota.
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Ângulo inverso I
A questão que se coloca aqui é a dualidade de critérios da Comissão Disciplinar da Liga: porque foi castigado Derlei e não foi Caneira?